Banhistas formam corrente humana e salvam família de afogamento na Flórida

Tudo ia bem na praia de Panama City, na Flórida (EUA), no último sábado. Dentre as centenas de famílias que curtiam a tarde de verão, estava a Roberta Ursrey. Mas a tranquilidade deu lugar ao caos quando dois dos filhos da dona de casa desapareceram de seu raio de visão. Depois de procurar pelos meninos na areia, Roberta ouviu pedidos de socorro vindos do mar. A princípio, ela pensou que um tubarão havia se aproximado das crianças. Mas, na verdade, seus filhos ficaram presos na correnteza.

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Roberta logo avisou seus familiares, que entraram no mar ao seu lado para tentar resgatar os garotos. Mas a estratégia de salvamento não funcionou, e mais pessoas acabaram sendo puxadas pela força do mar, inclusive os pais das crianças. O afogamento coletivo parecia inevitável.

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Diante da tragédia que se anunciava, um movimento inesperado começou a acontecer na areia da praia. Cerca de 80 banhistas deram-se as mãos para formar uma corrente humana, que alcançou mais de 100 metros de comprimento. As imagens do feito heroico, registradas por vários frequentadores da praia, logou ganharam as redes sociais e tornaram-se um novo símbolo de solidariedade.

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Segundo o site do jornal “Orlando Sentinel”, as únicas consequências do resgate foram pequenos arranhões e uma fratura na mão de um dos sobrinhos de Roberta. Infelizmente, a mãe da dona de casa teve um ataque cardíaco ao assistir a cena e continua hospitalizada.

E a expressão “a união faz a força” segue mais poderosa do que nunca.

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