Foto de gerente de banco com cliente deficiente viraliza e renova as esperanças dos brasileiros

Aqui, no TUDO DO BEM, não há espaço para notícias sobre o caos político que assola nosso País. Aqui, no TUDO DO BEM, preferimos olhar mais fundo. E a maior crise do Brasil, quer você queira enxergar isso ou não, é muito maior que a podridão dos poderosos.

A maior crise do Brasil é moral.

Estamos chafurdando num lamaçal, meus caros. E precisamos urgentemente de um rearranjo de nossos valores sociais e humanos, aqueles mais básicos, para retomar o prumo.

Neste Brasil do confuso terceiro milênio, quase tudo está uma zona. E, de novo, não estamos falando de política. Afinal, não importa qual a sua orientação ideológica para fazer as escolhas certas. Falo da opção entre o certo e o errado, o bem e o mal, o hediondo e o virtuoso. Dito isso, cada pequeno gesto do bem registrado neste país merece ser louvado aqui.

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Isso posto, chegamos à história de “Seu” José e Luis Claudio de Souza. O primeiro é um cliente da Caixa Econômica Federal. O segundo, gerente de uma agência localizada em Volta Redonda, no combalido estado do Rio de Janeiro.

José é deficiente físico e precisa de auxílio para as situações mais básicas do dia a dia — entre elas, cadastrar uma senha no caixa eletrônico do banco. Para ajudá-lo, Luis Claudio não pensou duas vezes e sentou-se no chão da agência, ao lado de José, para fazer a operação. O ato foi registrado por outra cliente, Isabel Paiva, e foi parar no Facebook na última sexta-feira. Em menos de cinco dias, o post viralizou com força, provocando quase 3.500 comentários e 8.000 compartilhamentos.

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Em entrevista ao jornal “O Globo”, Luis Claudio contou que o cliente é um velho conhecido da agência. “Seu José é um ser humano incrível. Já o atendi outras vezes. Ele veio cadastrar uma senha e uma outra cliente depois me contou que tinha feito a foto. Nem sabia que ia postar e dar essa repercussão toda. Acho que a gente não é melhor que ninguém. Eu precisava sentar para atendê-lo bem. Faz parte da minha obrigação. É também uma necessidade. Eu não me sentiria bem atendendo ele de pé, ele seria mal atendido. Me espantei muito com tudo isso porque era um atendimento corriqueiro, normal. Mas fico feliz com o reconhecimento”, afirmou o gerente do banco.

Abaixo, você vê o post de Isabel Paiva e lê seu relato sobre o ocorrido. Parabéns a todos os envolvidos!!!

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