Cinco recordes humanos que desafiam a ciência – Tudo do Bem

Cinco recordes humanos que desafiam a ciência

Cinco recordes humanos que desafiam a ciência



O ser humano é conhecido pela sua capacidade de adaptação. Mas alguns de nós conseguem ir além e chegam a superar até os limites teóricos da biologia sem que a ciência consiga explicar como.

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Confira abaixo cinco recordes do Guinness Book que ultrapassam a nossa capacidade de compreensão.

1 – Sem respirar

O corpo humano normalmente é capaz de suportar até três minutos sem oxigênio. A partir desta marca, podem acontecer danos cerebrais que podem deixar a pessoa com sequelas.

Mas a mergulhadora brasileira Karoline Meyer bateu em 2009 o recorde feminino de tempo sem respirar, ao permanecer debaixo da água por um período de 18min32s. Antes da façanha, ela inalou oxigênio puro por 24 minutos.

2 – Temperatura mais baixa

Normalmente, a temperatura corporal varia entre 35,4°C e 37,2°C. Se a temperatura passar dos 41°C, é ativado um mecanismo de defesa do organismo que pode provocar convulsões. Já em temperaturas abaixo de 30°C, podem, em casos extremos, levar a morte por conta do colapso do sistema termorregulardor do organismo.

Mas em 2014, um menino polonês de 2 anos e três meses sobreviveu a uma temperatura corporal de 11,8°C após ficar cerca de três horas exposto a temperaturas abaixo de zero depois sofrer um acidente.

3 – Queda mais extrema

Essa nem é preciso explicar. Basta uma pequena queda para causar a morte do indivíduo. Mas a comissária de bordo Vesna Vulovic sobreviveu em 1972 a uma queda de uma altitude de 10.160 metros, após o avião Douglas DC-9 em que voava explodir sobre uma cidade da então Checoslováquia.

De acordo com a ciência, em queda livre, o corpo humano é capaz de atingir uma velocidade de até 298 km/h numa posição de cabeça para baixo. Ela sofreu várias fraturas e passou 16 meses em recuperação em um hospital. Mas sobreviveu até morrer em 2016, aos 66 anos.

4 – Coma mais longo

Geralmente, o estado de coma — um estado prolongado de inconsciência — dura em média até quatro semanas, embora existam casos de pessoas que vivam neste estado por algumas décadas.

Após entrar em coma em dezembro de 1969, aos 16 anos, por conta da combinação de uma pneumonia com a diabetes, a americana Edwarda O’Bara permaneceu em coma pelos 42 anos seguidos, até morrer em 2012.

5 – Longevidade

A expectativa de vida média de um ser humano atualmente é de 72,56 anos. Mas alguns seres humanos ultrapassaram e ainda ultrapassam de longe esta marca.

O recorde absoluto é o da francesa Jeanne Louise Calment, que morreu em 4 de agosto de 1997 aos 122 anos e 164 dias.

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