Tecnologia inclusiva de áudio sem custos chega a veículos e portais das comunidades do Rio de Janeiro – Tudo do Bem

Tecnologia inclusiva de áudio sem custos chega a veículos e portais das comunidades do Rio de Janeiro

Tecnologia inclusiva de áudio sem custos chega a veículos e portais das comunidades do RJ



O que as autoridades temiam já acontece: há casos diagnosticados de Covid-19 nas favelas do Rio de Janeiro. A fim de ajudar a levar a informação e esclarecer melhor a população carente, a Audima (startup com tecnologia que converte textos de sites para áudio) oferece gratuitamente sua tecnologia inclusiva para sites e jornais comunitários. O objetivo é que os veículos consigam propagar com mais facilidade as notícias sobre o coronavírus, chegando principalmente às pessoas com dificuldade de visão ou leitura. Basta clicar no player logo abaixo do título da matéria.

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O jornal Fala Roça (que circula na Rocinha) já conta com a tecnologia. Segundo a publicitária Michele Silva, coordenadora do veículo, é mais uma maneira do combate à propagação da doença. “Nossa versão digital tem muitos acessos, mas nas famílias nem todos conseguem ler. O áudio pode ajudar a disseminar uma notícia para mais gente dentro da mesma casa. Ler é um ato solitário, ouvir pode ser coletivo. E isso ajuda a ampliar a conscientização”, declara.

Outro movimento de inclusão digital lançado essa semana pela Audima é estimular o compartilhamento da informação ouvida com quem tem dificuldades de leitura. Ela acaba de lançar a campanha “O áudio inclui quem não consegue ler essa notícia”.

A maneira é bem simples: basta copiar a URL da página em que a pessoa estava lendo e ouvindo e mandá-la para alguém que tenha dificuldades para ler, como idosos, semianalfabetos e pessoas com baixa visão. “Na mesma velocidade em que se propaga a doença, podemos esclarecer e amenizar seus impactos. Essa é a nossa batalha”, alerta Paula Pedroza, fundadora da Audima.

Em tempo: a internet é atualmente o maior meio de distribuição de informação em massa do mundo e a maior parte desse conteúdo é escrito. Segundo o último censo do IBGE, o Brasil tem cerca de 35 milhões de habitantes com baixa ou média visão, 56 milhões de analfabetos e analfabetos funcionais e mais de 47 milhões com presbiopia, a famosa vista cansada, tão comum entre os idosos, população mais atingida pelo coronavírus.

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