Conheça o grupo de alunos da USP que utiliza a tecnologia para causas sociais – Tudo do Bem

Conheça o grupo de alunos da USP que utiliza a tecnologia para causas sociais

Conheça o grupo de alunos da USP que utiliza a tecnologia para causas sociais



Usar a tecnologia para um bem social. Esta é a proposta do Grupo Tecs, formado em 2017 por alunos de Ciência da Computação, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, em São Paulo (SP), e que desde 2018 utiliza a computação e a tecnologia para garantir direito, diversidade e inclusão social.

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Suas ações são baseadas em aulas sobre os impactos da tecnologia, voltadas à comunidade USP, e também cursos de programação básica para indígenas, LGBTs, vestibulandas e reeducandos da Fundação Casa.

O primeiro projeto do Tecs voltado à democratização do acesso à tecnologia foi organizado pensando nos jovens sentenciados com medidas socioeducativas da Fundação Casa, em São Paulo. “Escolhemos a Fundação Casa porque queríamos fazer algo a respeito das mazelas do punitivismo”, conta Eduardo Laurentino, membro do Tecs e ex-líder do Projeto Fundação Casa.

Os estudantes estruturam um curso de Introdução à Lógica de Programação para os jovens internos. “Foi bem desafiador porque no primeiro oferecimento não tínhamos muito ideia do repertório do pessoal, então fomos aprendendo com eles e ajustando o curso conforme ele andava”, explica Eduardo.

O grupo teve contatos com outras instituições que envolviam educação e cárcere, como um projeto de estudantes de Letras, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que promovia grupos de leitura e escrita para presidiárias, e o trabalho do professor Roberto Silva, da Faculdade de Educação (FE) da USP, que desenvolve trabalhos e pesquisas sobre educação no cárcere.

Com o isolamento social exigido pela pandemia de covid-19, as aulas foram suspensas neste ano. Enquanto ocorre a pausa, o grupo está reformulando o curso. A ideia é fazer com que os jovens da Fundação sejam capazes de desenvolver, ao longo de dez aulas e com a ajuda de professores, um jogo simples, mas que ilustre a aplicação de todos os conceitos de programação vistos nas aulas.

Outros projetos

A pandemia também atrasou outros projetos do Tecs que estão sendo planejados, como o LGBTecs. A ideia é promover inclusão e diversidade nas áreas de computação. Como objetivo inicial está o oferecimento de um curso de Introdução à Lógica de Programação para pessoas trans.

As atividades do grupo se encontram em fase inicial, estabelecendo contatos com possíveis instituições parceiras para o oferecimento do curso. Dentre elas está o Cursinho Popular Transformação, um coletivo que acolhe pessoas trans em iniciativas de oferecimento de um cursinho pré-vestibular e de defesa de seus direitos de sociabilização e acesso à educação.

Outro projeto é o Vestibulandas, para incentivar a participação de mulheres nas áreas de computação. Ele oferece cursos de Lógica de Programação em Python para alunas de cursinhos comunitários da USP.

O grupo de universitários está trabalhando para fazer um Portal Indígena. A proposta nasceu de uma parceria com a Rede Indígena da USP e vai desenvolver uma plataforma para centralizar sites de aldeias indígenas de diversas regiões.

As disciplinas são voltadas a estudantes do IME, mas abertas a alunos de outras unidades da USP. Cada aula traz diferentes especialistas convidados para explicar temas relacionados à sociedade e à tecnologia, como marco civil da internet, lei geral de proteção de dados e até tecnologia e administração pública. Depois, ocorre um debate sobre o tema. A avaliação dos alunos matriculados é de responsabilidade do Tecs.

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